Todo mundo culpou o logo. Olhe a ordem das datas: 17/07 ela vende 26 imóveis, 20/07 desmonta a aquisição, 26/07 assina o contrato do sucessor. A troca de CEO foi o último ato — não o primeiro.
Morreu na sexta, 24/07. No domingo o conselho já tinha CEO; na quinta veio o lucro recorde. Não foi sorte: plano de sucessão com um nome só não é plano, é aposta.
Delaware, 20/07/2026: 845 dias de processo extintos antes da prova. O sócio que agia por fora não devia nada — porque nunca teve poder. Dever nasce do poder e do contrato.
US$ 500 milhões pela maioria. Quem ficou com 49% ficou com a propriedade intelectual, a caneta editorial — e o risco. Percentual não é poder.
R$ 500 milhões captados, duas arbitragens fracassadas, um processo no TJSP. Faltava uma cláusula — não uma razão.
Um earnout entrega o gatilho do seu dinheiro a quem menos quer puxá-lo. Sem trava e sem foro neutro, vira um ano de guerra.
Ele construiu um império do zero e deixou a sucessão para a última assinatura. Ela nunca veio.
O caso Castel: trust em Singapura, fundação em Liechtenstein — e a família no tribunal. Propriedade se transfere por instrumento; poder, por processo.
Dois donos, peso idêntico, nenhuma regra para o empate. A cláusula que faltou à Polishop — e falta a quase todo acordo de sócios.
A disputa entre os sócios da Azzas 2154 entra em nova fase: quando o conflito deixa de ser sobre controle e passa a ser sobre o preço da saída.
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