Você sabe o negócio de cor. O problema é que ninguém mais sabe — nem o sócio, nem o banco, nem o investidor, nem o time.
Estruturação de Empresa transforma a ideia que só você entende em um projeto que aguenta a pergunta difícil — mercado, concorrência, números, modelo e sociedade — pronto para você levar a um investidor ou para executar com o seu próprio dinheiro, sabendo, real por real, onde ele vai.
A decisão é sua em todas as etapas. Eu estruturo o projeto — não assumo o negócio.
Não é diagnóstico nem curso de método. É a construção das camadas que transformam a ideia num projeto que se sustenta — cada uma entregue por escrito, sobre o seu negócio real, ao fim de cada etapa.
A tese. O que o negócio vende, para quem, por que ele e não o concorrente do lado, e o que precisa ser verdade para a conta fechar. Passa a existir por escrito como a Nota de Tese — com as premissas críticas e o teste de cada uma antes de gastar.
A sociedade. Quem entra com o quê — capital, trabalho, carteira, tempo —, o vesting de quem entra com trabalho e as regras de saída escritas antes de haver o que dividir. Vira o Termo de Fundação, a base do acordo de sócios.
O modelo. Preço, custo, ponto de equilíbrio, capital de giro e o cronograma de execução com marco, dono e capital em cada linha — cada número com a premissa declarada ao lado, no Plano de Negócio.
Os materiais. O projeto na ordem em que o investidor lê: deck, one-pager e o roteiro de defesa das perguntas difíceis — ou o plano de execução, quando o destino é o recurso próprio.
Não falha por falta de ideia. Falha nas lacunas de estrutura que só aparecem quando alguém de fora precisa ler, financiar ou executar o negócio. Abaixo estão elas — não como sintoma a reconhecer, mas como mecanismo, com a causa de cada uma.
A tese nunca foi testada fora da cabeça de quem a teve. As premissas do negócio seguem implícitas, misturadas com a convicção de quem as criou. A causa não é excesso de otimismo; é que ninguém separou o que se acredita do que precisa ser verdade para a conta fechar. A consequência é que o primeiro a apontar a premissa frágil é o investidor, na reunião, com o material já na mesa.
A sociedade se forma sem o que cada um traz estar escrito. Um entra com capital, outro com trabalho, e o quanto isso vale nunca foi para o papel. A causa é o momento: enquanto não há o que dividir, a conversa parece dispensável. A consequência é que a regra de saída só será escrita quando já houver disputa — o único momento em que ela não se escreve com justiça.
Os números existem, mas sem a premissa ao lado. A projeção foi montada e cada número perdeu a origem no caminho. A causa é que a planilha nasceu do resultado desejado, não da premissa testável. A consequência é que basta uma pergunta — de onde saiu isto? — para a defesa inteira ceder na frente de quem decide.
O capital próprio entra sem o mapa dos primeiros doze meses. O dinheiro do dono, ou dos sócios, vai para dentro sem que se saiba onde ele entra mês a mês. A causa é a ausência de um modelo com capital de giro e cronograma — não de coragem. A consequência é a mais silenciosa: negócio bom morre por necessidade de caixa, não por falta de mercado.
Os quatro têm a mesma origem: o negócio amadureceu na cabeça de quem o pensou e nunca foi transposto para um projeto que outra pessoa consiga ler, financiar ou executar. Não é falta de ideia — é a estrutura do projeto que ainda não existe fora de você, e é isso que este trabalho constrói.
Deck bonito sobre uma tese que não fecha não convence quem decide. E é o fundador quem leva o não — com o material na mesa.
Estruturar não é embelezar a ideia. É testar a tese antes de gastar, desenhar a sociedade antes de haver o que dividir, e pôr cada número de pé sobre uma premissa que você consiga defender.
O trabalho tem data para começar e data para terminar, e começa por um gate: se a unidade econômica não fecha em nenhum cenário razoável, o programa para e você recebe o diagnóstico do porquê — e preservou o capital que ia queimar.
Ao final, o projeto não fica comigo. Fica na sua mão, apresentável, com você treinado para defender cada número.
É a mesma estruturação; muda o destino final. A ordem interna nunca muda — e ela é o oposto da do catálogo antigo.
Filtro em comum: capital comprometido ou receita existente. O ecossistema inteiro é para quem já tem algo em pé — ideia solta sem sócio e sem capital não entra.
Cadência semanal, porque negócio em estruturação tem janela — a rodada, o banco, a data de abertura — e perde valor com intervalo longo.
O que o negócio vende, para quem, por que ele e não o concorrente do lado, como ganha dinheiro por unidade vendida e — a parte que ninguém escreve — o que precisa ser verdade para funcionar. Inclui a análise de concorrência e a de mercado. As premissas saem do implícito e viram lista testável.
Duração: 2 semanas · o gate: segue ou para · Quem participa: sócios fundadores.
A fase que quase todo mundo pula e depois paga. Quem são os sócios e o que cada um traz de verdade — capital, trabalho, carteira, marca, tempo. Vesting para quem entra com trabalho. E as regras de saída escritas antes de haver o que dividir, que é o único momento em que se escreve com justiça.
Duração: 3 semanas · Quem participa: todos os sócios (sem exceção).
Preço, estrutura de custo, ponto de equilíbrio, necessidade de capital de giro (o que mata negócio bom) e o cronograma de execução com marcos, donos e o dinheiro necessário em cada um. Cada número tem premissa declarada ao lado — projeção sem premissa visível não entra.
Duração: 3 semanas · Quem participa: sócios + interlocutor financeiro.
A due diligence reversa aplicada a si mesmo: olhar a própria empresa com os olhos de quem vai colocar dinheiro nela. Governança mínima, contabilidade separada da pessoa física, contratos assinados, marca e software no nome certo, passivos declarados.
Duração: 2 semanas · Quem participa: dono + financeiro.
Os inegociáveis, como se contrata, o que se pune, o que se demite por, e o arquétipo-alvo. Escrever cultura em empresa nova custa uma semana; reescrever em empresa de dez anos custa um programa inteiro.
Duração: 2 semanas · Quem participa: sócios fundadores.
O deck na sequência em que o investidor lê, não na em que o fundador gosta de contar: problema · solução · por que agora · unidade econômica · prova · time · uso dos recursos · o pedido. Mais o one-pager. E o que vale mais que os dois: o roteiro de defesa das doze perguntas difíceis, escrito e ensaiado comigo.
Duração: 2 semanas · Quem participa: dono + sócios.
Prazo total: 12 semanas, com sessões semanais de 90 min. Escopo e valor são definidos na proposta, sempre depois da Reunião de Diagnóstico. Não há preço de tabela porque não há negócio de tabela.
A Fase I é contratável sozinha. Você não precisa comprar as doze semanas para começar. Dá para contratar só a tese, receber a Nota de Tese — a tese, as cinco premissas críticas e como testar cada uma antes de gastar — e decidir depois se o restante faz sentido. E se a unidade econômica não fechar em nenhum cenário razoável, o trabalho para ali: você sai com o diagnóstico do porquê e com o capital que ia queimar. Se decidir seguir, o que já foi pago entra no valor do trabalho completo. Os dois valores saem na mesma proposta.
O deck é a superfície. O que sustenta o “sim” — ou lhe poupa um “não” caro — são os documentos que ficam com você.
Três páginas: a tese, as cinco premissas críticas e como testar cada uma antes de gastar — com o veredicto do gate.
Papéis, participação, vesting, regras de entrada e saída e o que acontece se um sócio parar ou morrer. É daqui que nasce o acordo de sócios.
15 a 25 páginas, cada número com a premissa ao lado, e o cronograma com marco, dono, data e capital em cada linha.
A due diligence reversa fechada: o que falta para o negócio estar pronto para o dinheiro, quem resolve e até quando.
Os inegociáveis escritos desde o dia zero, e o deck de cultura que orienta recrutamento e onboarding.
O material na ordem em que o investidor lê — e as doze perguntas difíceis com a resposta escrita e ensaiada.
Nota de escopo: este é um trabalho de estruturação e advisory empresarial. O desenho, a condução e a implantação são meus; a execução formal-jurídica — registro de atos, instrumentos e medidas perante órgãos e tribunais — é realizada por advogado, o seu ou um parceiro de confiança, sob a mesma leitura e a mesma condução.
Vinte anos dentro das mesas em que sociedades se formam, se financiam e às vezes se desfazem — e, desde 2016, do outro lado da mesa: como dono. Em 2022 fundou um grupo de empresas de importação; hoje conduz empresas no Brasil e nos Estados Unidos.
O método que está nesta página não veio de sala de aula. Foi aplicado e testado na própria operação — sócios, acordo, governança, contratos, despesas, comercial, tecnologia — antes de virar programa e antes de virar serviço.
Entre uma coisa e outra, serviu como Engenheiro de Combate no Exército dos Estados Unidos, com dispensa honrosa. Foi lá que aprendeu que estrutura não é burocracia: é o que faz um grupo funcionar quando o plano dá errado.
Nem toda empresa precisa do nível mais alto. Escolha pelo tempo que você tem e pelo tamanho do que está em jogo — não pelo preço.
Você entende o problema e aplica no seu ritmo, com as ferramentas prontas. Serve para quem tem tempo e quer dominar o assunto antes de contratar qualquer coisa.
Seis meses, 24 encontros semanais em turma de até 15 donos. Você estrutura a sua empresa com condução, semana a semana — e sai com os documentos feitos.
A tese, a sociedade e o material feitos com você, na sequência certa — para captar ou executar sabendo onde o dinheiro vai. É este o serviço desta página.
Porque o contador registra o que já aconteceu e cuida do regime tributário. Nenhuma dessas funções é sentar antes da decisão e desenhar a tese, a sociedade e o modelo do negócio. É esse trabalho anterior ao número que acontece aqui — e depois dele o seu contador tem o que modelar e o seu advogado, o que instrumentalizar.
Não. Eu não capto, não intermedeio, não aproximo investidor e não participo de oferta de valores mobiliários. O que eu faço é estruturar o material e preparar você para a mesa — a defesa das perguntas difíceis ensaiada comigo. O term sheet e o contrato de investimento saem com o seu advogado. Prometer captação seria mentir: a decisão é do investidor.
Então o risco é sair com um deck bonito sobre uma tese que não fecha — e levar o não com o meu nome dentro. O deck é a última fase, de propósito, porque é a superfície de uma tese que precisa fechar antes. Se a sua reunião é para a semana que vem, o honesto é dizer que dá para preparar a defesa, mas não para fabricar uma tese que ainda não existe.
Então o programa para na Fase 1 e você recebe o diagnóstico do porquê. Está previsto em contrato: você paga a primeira fase e sai com a verdade — e com o capital que ia queimar ainda no bolso. Não é perda; é a porta de saída mais valiosa da linha, porque devolve verdade em vez de vender esperança.
Precisa — e é justamente entre quem se conhece há anos que ninguém escreveu nada. As regras de saída só se escrevem com justiça antes de haver o que dividir. Depois que há, cada linha vira disputa. Estruturar a sociedade agora é o seguro mais barato que vocês vão comprar.
Não. A minha PJ é empresária: o que se vende aqui é estruturação e advisory. O Termo de Fundação é o documento que os sócios levam ao advogado já sabendo o que querem. Contrato social, acordo de sócios e instrumento de vesting saem com advogado — o seu ou um parceiro de confiança.
A Reunião de Diagnóstico é a porta de todo trabalho: gratuita, por vídeo, com o seu negócio na mesa. É dela que sai a primeira leitura da tese — e é só depois dela que existe proposta.
Gratuita. Sem envio de documento. Sem roteiro de venda.
Pedro D. Miranda atua em estruturação e advisory empresarial: diagnóstico, desenho e preparação do dono, com você entendendo cada peça. A execução formal-jurídica e a captação são realizadas por advogado e pelas instituições competentes.