Estruturação de Empresa

Você sabe o negócio de cor. O problema é que ninguém mais sabe — nem o sócio, nem o banco, nem o investidor, nem o time.

O negócio que existe na sua
cabeça vira um projeto
que se sustenta.

Estruturação de Empresa transforma a ideia que só você entende em um projeto que aguenta a pergunta difícil — mercado, concorrência, números, modelo e sociedade — pronto para você levar a um investidor ou para executar com o seu próprio dinheiro, sabendo, real por real, onde ele vai.

A decisão é sua em todas as etapas. Eu estruturo o projeto — não assumo o negócio.

O que será feito

O projeto que se sustenta,
construído camada por camada.

Não é diagnóstico nem curso de método. É a construção das camadas que transformam a ideia num projeto que se sustenta — cada uma entregue por escrito, sobre o seu negócio real, ao fim de cada etapa.

1

A tese. O que o negócio vende, para quem, por que ele e não o concorrente do lado, e o que precisa ser verdade para a conta fechar. Passa a existir por escrito como a Nota de Tese — com as premissas críticas e o teste de cada uma antes de gastar.

2

A sociedade. Quem entra com o quê — capital, trabalho, carteira, tempo —, o vesting de quem entra com trabalho e as regras de saída escritas antes de haver o que dividir. Vira o Termo de Fundação, a base do acordo de sócios.

3

O modelo. Preço, custo, ponto de equilíbrio, capital de giro e o cronograma de execução com marco, dono e capital em cada linha — cada número com a premissa declarada ao lado, no Plano de Negócio.

4

Os materiais. O projeto na ordem em que o investidor lê: deck, one-pager e o roteiro de defesa das perguntas difíceis — ou o plano de execução, quando o destino é o recurso próprio.

Por que será feito

Um projeto que só existe
na cabeça falha sempre
nos mesmos quatro pontos.

Não falha por falta de ideia. Falha nas lacunas de estrutura que só aparecem quando alguém de fora precisa ler, financiar ou executar o negócio. Abaixo estão elas — não como sintoma a reconhecer, mas como mecanismo, com a causa de cada uma.

I

A tese nunca foi testada fora da cabeça de quem a teve. As premissas do negócio seguem implícitas, misturadas com a convicção de quem as criou. A causa não é excesso de otimismo; é que ninguém separou o que se acredita do que precisa ser verdade para a conta fechar. A consequência é que o primeiro a apontar a premissa frágil é o investidor, na reunião, com o material já na mesa.

II

A sociedade se forma sem o que cada um traz estar escrito. Um entra com capital, outro com trabalho, e o quanto isso vale nunca foi para o papel. A causa é o momento: enquanto não há o que dividir, a conversa parece dispensável. A consequência é que a regra de saída só será escrita quando já houver disputa — o único momento em que ela não se escreve com justiça.

III

Os números existem, mas sem a premissa ao lado. A projeção foi montada e cada número perdeu a origem no caminho. A causa é que a planilha nasceu do resultado desejado, não da premissa testável. A consequência é que basta uma pergunta — de onde saiu isto? — para a defesa inteira ceder na frente de quem decide.

IV

O capital próprio entra sem o mapa dos primeiros doze meses. O dinheiro do dono, ou dos sócios, vai para dentro sem que se saiba onde ele entra mês a mês. A causa é a ausência de um modelo com capital de giro e cronograma — não de coragem. A consequência é a mais silenciosa: negócio bom morre por necessidade de caixa, não por falta de mercado.

·

Os quatro têm a mesma origem: o negócio amadureceu na cabeça de quem o pensou e nunca foi transposto para um projeto que outra pessoa consiga ler, financiar ou executar. Não é falta de ideia — é a estrutura do projeto que ainda não existe fora de você, e é isso que este trabalho constrói.

Deck bonito sobre uma tese que não fecha não convence quem decide. E é o fundador quem leva o não — com o material na mesa.

O resultado

“Está tudo na minha
cabeça” deixa de ser
o plano de negócio.

Estruturar não é embelezar a ideia. É testar a tese antes de gastar, desenhar a sociedade antes de haver o que dividir, e pôr cada número de pé sobre uma premissa que você consiga defender.

O trabalho tem data para começar e data para terminar, e começa por um gate: se a unidade econômica não fecha em nenhum cenário razoável, o programa para e você recebe o diagnóstico do porquê — e preservou o capital que ia queimar.

Ao final, o projeto não fica comigo. Fica na sua mão, apresentável, com você treinado para defender cada número.

Onde começa e onde termina o meu papel

  • Eu leio a tese — mercado, concorrência, unidade econômica — e digo o que precisa ser verdade para o negócio funcionar.
  • Eu desenho a sociedade e o modelo: papéis, vesting, regras de saída, preço, capital de giro, cronograma.
  • Eu preparo você para a pergunta difícil — e monto o material na ordem em que o investidor lê.
  • Você decide tudo. Cada premissa é sua, e você a defende porque a entende.
  • Eu não capto e não intermedeio. Contrato social, term sheet, mútuo conversível e instrumento de vesting saem com o seu advogado; a modelagem tributária, com o contador.
Dois destinos, o mesmo trabalho

A tese fecha primeiro.
O material vem por último.

É a mesma estruturação; muda o destino final. A ordem interna nunca muda — e ela é o oposto da do catálogo antigo.

Destino A — Captar investidor

  • Quem é: empresa que vai buscar crédito ou investidor, abrir sociedade ou lançar uma unidade nova / spin-off.
  • O que pesa: prontidão para capital, o roteiro de defesa e o material na sequência em que o investidor lê.
  • O material final: deck de captação + one-pager + roteiro de defesa das perguntas difíceis.

Destino B — Executar com recurso próprio

  • Quem é: dono que vai executar com o próprio dinheiro (ou dos sócios) e quer saber onde cada real entra.
  • O que pesa: modelo, capital de giro e cronograma de execução — a régua para não se perder no meio.
  • O material final: plano de execução com marcos, donos e o dinheiro necessário em cada um.

Filtro em comum: capital comprometido ou receita existente. O ecossistema inteiro é para quem já tem algo em pé — ideia solta sem sócio e sem capital não entra.

O cronograma · 12 semanas

Seis fases — e o deck,
de propósito, é a última.

Cadência semanal, porque negócio em estruturação tem janela — a rodada, o banco, a data de abertura — e perde valor com intervalo longo.

I

A tese — a análise crítica antes de qualquer material

O que o negócio vende, para quem, por que ele e não o concorrente do lado, como ganha dinheiro por unidade vendida e — a parte que ninguém escreve — o que precisa ser verdade para funcionar. Inclui a análise de concorrência e a de mercado. As premissas saem do implícito e viram lista testável.

Fica na empresa Nota de Tese — a tese, as cinco premissas críticas e como testar cada uma antes de gastar

Duração: 2 semanas · o gate: segue ou para · Quem participa: sócios fundadores.

II

A sociedade antes do negócio

A fase que quase todo mundo pula e depois paga. Quem são os sócios e o que cada um traz de verdade — capital, trabalho, carteira, marca, tempo. Vesting para quem entra com trabalho. E as regras de saída escritas antes de haver o que dividir, que é o único momento em que se escreve com justiça.

Fica na empresa Termo de Fundação — papéis, participação, vesting, entrada e saída

Duração: 3 semanas · Quem participa: todos os sócios (sem exceção).

III

O modelo — a unidade econômica virada em plano

Preço, estrutura de custo, ponto de equilíbrio, necessidade de capital de giro (o que mata negócio bom) e o cronograma de execução com marcos, donos e o dinheiro necessário em cada um. Cada número tem premissa declarada ao lado — projeção sem premissa visível não entra.

Fica na empresa Plano de Negócio + Cronograma de Execução (marco · dono · data · capital)

Duração: 3 semanas · Quem participa: sócios + interlocutor financeiro.

IV

Prontidão para o capital — a due diligence reversa

A due diligence reversa aplicada a si mesmo: olhar a própria empresa com os olhos de quem vai colocar dinheiro nela. Governança mínima, contabilidade separada da pessoa física, contratos assinados, marca e software no nome certo, passivos declarados.

Fica na empresa Checklist de Prontidão para Capital — o que falta, quem resolve, até quando

Duração: 2 semanas · Quem participa: dono + financeiro.

V

Cultura desde o dia zero

Os inegociáveis, como se contrata, o que se pune, o que se demite por, e o arquétipo-alvo. Escrever cultura em empresa nova custa uma semana; reescrever em empresa de dez anos custa um programa inteiro.

Fica na empresa Código da Casa v1 + Deck de Cultura (recrutamento e onboarding)

Duração: 2 semanas · Quem participa: sócios fundadores.

VI

Os materiais — só agora

O deck na sequência em que o investidor lê, não na em que o fundador gosta de contar: problema · solução · por que agora · unidade econômica · prova · time · uso dos recursos · o pedido. Mais o one-pager. E o que vale mais que os dois: o roteiro de defesa das doze perguntas difíceis, escrito e ensaiado comigo.

Fica na empresa Deck de Captação + One-pager + Roteiro de Defesa (ou Plano de Execução, no Destino B)

Duração: 2 semanas · Quem participa: dono + sócios.

Prazo total: 12 semanas, com sessões semanais de 90 min. Escopo e valor são definidos na proposta, sempre depois da Reunião de Diagnóstico. Não há preço de tabela porque não há negócio de tabela.

A Fase I é contratável sozinha. Você não precisa comprar as doze semanas para começar. Dá para contratar só a tese, receber a Nota de Tese — a tese, as cinco premissas críticas e como testar cada uma antes de gastar — e decidir depois se o restante faz sentido. E se a unidade econômica não fechar em nenhum cenário razoável, o trabalho para ali: você sai com o diagnóstico do porquê e com o capital que ia queimar. Se decidir seguir, o que já foi pago entra no valor do trabalho completo. Os dois valores saem na mesma proposta.

O que fica na empresa

Tese, fundação e plano.
Não só um deck.

O deck é a superfície. O que sustenta o “sim” — ou lhe poupa um “não” caro — são os documentos que ficam com você.

Nota de Tese

Três páginas: a tese, as cinco premissas críticas e como testar cada uma antes de gastar — com o veredicto do gate.

Termo de Fundação

Papéis, participação, vesting, regras de entrada e saída e o que acontece se um sócio parar ou morrer. É daqui que nasce o acordo de sócios.

Plano de Negócio + Cronograma

15 a 25 páginas, cada número com a premissa ao lado, e o cronograma com marco, dono, data e capital em cada linha.

Checklist de Prontidão para Capital

A due diligence reversa fechada: o que falta para o negócio estar pronto para o dinheiro, quem resolve e até quando.

Código da Casa v1

Os inegociáveis escritos desde o dia zero, e o deck de cultura que orienta recrutamento e onboarding.

Deck + One-pager + Roteiro de Defesa

O material na ordem em que o investidor lê — e as doze perguntas difíceis com a resposta escrita e ensaiada.

Nota de escopo: este é um trabalho de estruturação e advisory empresarial. O desenho, a condução e a implantação são meus; a execução formal-jurídica — registro de atos, instrumentos e medidas perante órgãos e tribunais — é realizada por advogado, o seu ou um parceiro de confiança, sob a mesma leitura e a mesma condução.

Pedro D. Miranda
Quem conduz

Pedro D. Miranda

Vinte anos dentro das mesas em que sociedades se formam, se financiam e às vezes se desfazem — e, desde 2016, do outro lado da mesa: como dono. Em 2022 fundou um grupo de empresas de importação; hoje conduz empresas no Brasil e nos Estados Unidos.

O método que está nesta página não veio de sala de aula. Foi aplicado e testado na própria operação — sócios, acordo, governança, contratos, despesas, comercial, tecnologia — antes de virar programa e antes de virar serviço.

Entre uma coisa e outra, serviu como Engenheiro de Combate no Exército dos Estados Unidos, com dispensa honrosa. Foi lá que aprendeu que estrutura não é burocracia: é o que faz um grupo funcionar quando o plano dá errado.

Mestre em Direito — tese sobre resolução de disputas
Advogado inscrito na OAB desde 2007
Aprovado na EMERJ antes de se formar
Pós com módulos em Coimbra e Oxford
Veterano do U.S. Army — dispensa honrosa
Autor dos 4 livros da Biblioteca do Empresário Brasileiro
Em que profundidade

A mesma dor tem três
níveis de resposta.

Nem toda empresa precisa do nível mais alto. Escolha pelo tempo que você tem e pelo tamanho do que está em jogo — não pelo preço.

Antes de agendar

O que costumam
me perguntar aqui.

Porque o contador registra o que já aconteceu e cuida do regime tributário. Nenhuma dessas funções é sentar antes da decisão e desenhar a tese, a sociedade e o modelo do negócio. É esse trabalho anterior ao número que acontece aqui — e depois dele o seu contador tem o que modelar e o seu advogado, o que instrumentalizar.

Não. Eu não capto, não intermedeio, não aproximo investidor e não participo de oferta de valores mobiliários. O que eu faço é estruturar o material e preparar você para a mesa — a defesa das perguntas difíceis ensaiada comigo. O term sheet e o contrato de investimento saem com o seu advogado. Prometer captação seria mentir: a decisão é do investidor.

Então o risco é sair com um deck bonito sobre uma tese que não fecha — e levar o não com o meu nome dentro. O deck é a última fase, de propósito, porque é a superfície de uma tese que precisa fechar antes. Se a sua reunião é para a semana que vem, o honesto é dizer que dá para preparar a defesa, mas não para fabricar uma tese que ainda não existe.

Então o programa para na Fase 1 e você recebe o diagnóstico do porquê. Está previsto em contrato: você paga a primeira fase e sai com a verdade — e com o capital que ia queimar ainda no bolso. Não é perda; é a porta de saída mais valiosa da linha, porque devolve verdade em vez de vender esperança.

Precisa — e é justamente entre quem se conhece há anos que ninguém escreveu nada. As regras de saída só se escrevem com justiça antes de haver o que dividir. Depois que há, cada linha vira disputa. Estruturar a sociedade agora é o seguro mais barato que vocês vão comprar.

Não. A minha PJ é empresária: o que se vende aqui é estruturação e advisory. O Termo de Fundação é o documento que os sócios levam ao advogado já sabendo o que querem. Contrato social, acordo de sócios e instrumento de vesting saem com advogado — o seu ou um parceiro de confiança.

A entrada é sempre a mesma

Antes de qualquer material,
uma conversa sobre a tese.

A Reunião de Diagnóstico é a porta de todo trabalho: gratuita, por vídeo, com o seu negócio na mesa. É dela que sai a primeira leitura da tese — e é só depois dela que existe proposta.

1. Você escolhe um horário na agenda
2. A leitura acontece na conversa
3. A proposta vem depois — se fizer sentido

Gratuita. Sem envio de documento. Sem roteiro de venda.

Pedro D. Miranda atua em estruturação e advisory empresarial: diagnóstico, desenho e preparação do dono, com você entendendo cada peça. A execução formal-jurídica e a captação são realizadas por advogado e pelas instituições competentes.

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