A.G.I.R. — Alinhamento, Governança, Impulsionamento, Raiz. Um programa de seis meses, em turma de até quinze donos, conduzido por Pedro Miranda: 24 encontros ao vivo, um por semana, mais três sessões individuais — quatro fases em ordem causal, do alinhamento entre os sócios à cultura que faz o resultado permanecer. Você não sai com anotação. Sai com a empresa estruturada para decidir, crescer e continuar.
Turma Fundadora — 1º de novembro · 15 vagas. O primeiro passo não é pagar: é a Reunião de Diagnóstico, uma leitura da sua empresa na hora, seguida de conversa.

O programa atende a empresa em dois momentos distintos — e igualmente sérios: a que está organizada e quer se estruturar para crescer, e a que está em crise e precisa se reorganizar. A ordem das fases é a mesma; a Reunião de Diagnóstico calibra a ênfase para o seu caso.
E se a sociedade já está em guerra aberta — sócios que não se sentam mais à mesma mesa, litígio em curso, decisão travada —, a turma não é o caminho. Esse caso pede porta fechada: uma solução de advisory, com a empresa inteira e a condução direta de Pedro. Comece pela Reunião de Diagnóstico e te direcionamos para a porta certa — não te dispensamos.
A ordem das quatro fases não é estética — é causal. Primeiro quem manda, depois como se decide, então o que se executa e, por fim, o que faz tudo isso permanecer: cada fase prepara o terreno da seguinte.
Toda empresa é o retrato da sua sociedade. Antes de qualquer estratégia, são os sócios que definem o rumo, aprovam o investimento e dão o tom da cultura — alinhados ou não. Quando há alinhamento, a empresa inteira anda numa direção só; quando não há, cada decisão vira disputa, cada gestor aprende a escolher a qual sócio obedecer, e a melhor estratégia morre na porta da sala de reunião. Por isso o programa começa aqui: propósito, perfis, papéis e regras da relação societária, por escrito — porque tudo o que vem depois será erguido sobre esse terreno, e terreno rachado sempre vence a construção.
Alinhar os sócios define o rumo; a segunda fase garante que a empresa ande nele. Entre a mesa dos sócios e o chão da operação existe um caminho longo, e sem governança de aplicação a diretriz se perde nele: cada gestor decide por critério próprio, a decisão vira interpretação, e o desvio — pequeno em cada escolha, composto ao longo dos meses — leva a empresa para longe do rumo definido. Estrutura e governança são o mecanismo que faz cada decisão sair como os sócios definiram: cargos reais, alçadas claras, responsabilidade rastreável. É a empresa que decide como se fosse você — com a sua régua, os seus princípios, os seus limites.
Só agora o programa mexe no dinheiro — e a ordem é proposital. Cortar despesa, renegociar contrato e reorganizar receita antes de resolver quem decide não se sustenta: a mesma estrutura que criou o desperdício o recria em poucos meses, e o corte heroico de janeiro reaparece na planilha de junho. Com a estrutura decidindo certo, o saneamento vira sistema — cada real recuperado fica recuperado, cada contrato renegociado tem dono e prazo — e o motor de crescimento, de nichos e canais a capital e tecnologia, passa a ser operado, não esperado. A venda não cai — você a faz.
As três primeiras fases constroem; a quarta transforma o que funcionou em regra da casa. Consolidar é fazer o método sobreviver a quem o aplicou: ritual de governança com pauta e indicador, plano estratégico vivo, cultura por escrito, incentivos que premiam quem sustenta o sistema — e, em cada cadeira crítica, da gestão à sociedade, um sucessor preparado para assumir. Porque empresa sólida não é a que depende de um dono forte: é a que já sabe quem assume, como decide e o que é inegociável. Cultura é hereditária — o que se pratica hoje é o que se herda amanhã. É aqui que a estrutura vira raiz.
Seis meses, com data para começar e para terminar — cada etapa preparando a seguinte. Toque em cada ponto da linha para ver o que acontece e abra a fase completa logo abaixo.
Os 4 cursos gravados como pré-work e a Reunião de Diagnóstico de entrada: você chega ao primeiro encontro com o conceito visto — e a hora e meia ao vivo rende aplicação, não teoria.
Ver o formato completoToda empresa é o retrato da sua sociedade. Propósito, perfis, papéis e regras da relação societária, por escrito — porque tudo o que vem depois será erguido sobre esse terreno.
Abrir a Fase 1, encontro a encontroO mecanismo que faz cada decisão sair como os sócios definiram: cargos reais, alçadas claras, responsabilidade rastreável — a empresa que decide como se fosse você.
Abrir a Fase 2, encontro a encontroSó agora o programa mexe no dinheiro: com a estrutura decidindo certo, o saneamento vira sistema e o motor de crescimento passa a ser operado, não esperado.
Abrir a Fase 3, encontro a encontroConsolidar é fazer o método sobreviver a quem o aplicou: ritual de governança, plano vivo, cultura por escrito, incentivos — e um sucessor preparado em cada cadeira crítica.
Abrir a Fase 4, encontro a encontroO programa fecha com o plano dos 90 dias pós-programa e a comunidade da turma — a mesa continua entre os encontros, e a estrutura continua sem pedir licença.
Ver onde o plano de 90 dias nasceVinte e quatro encontros ao vivo, um por semana, ao longo de seis meses. Cada fase fecha com um entregável — documento, não anotação. Abra cada fase e leia o percurso.
Entregável da fase: mapa societário + diretrizes do acordo + rito societário instalado.
Entregável da fase: régua de alçadas + plano de reorganização do time.
Entregável da fase: plano de saneamento com metas + plano de capital + visão de tecnologia.
Entregável da fase: pacto de cultura + incentivos + sucessores + plano de 90 dias.
São 24 ferramentas construídas para o A.G.I.R. — interativas, de uso direto, num hub reservado aos alunos — que transformam a exposição de cada encontro em aplicação na sua empresa: do Blueprint do Acordo ao Painel do Dono, do Radar de Captação — Crédito & Capital ao Plano de Uma Página. Elas se somam às ferramentas dos quatro livros da Biblioteca, que também acompanham o programa.
Uma ferramenta por encontro, interativa: você preenche no navegador e sai com o documento de trabalho pronto. O acesso é dos participantes da turma — a entrada é por senha, entregue na matrícula.
Acesso restrito · exige a senha da turmaNo A.G.I.R. você aprende os mecanismos, aplica as ferramentas e sai de cada fase com o entregável na mão — com Pedro direcionando o seu caso nos hot seats e nas sessões individuais. O que o programa não faz é executar dentro da sua empresa. Para isso existem as Soluções de advisory — reestruturação, estruturação, alinhamento societário e sucessão, cada uma com começo, fim e entregável definidos.
As Soluções — a empresa inteira, com a minha mão dentro: eu leio, desenho e conduzo a implantação na sua operação, da sociedade à cultura, com a decisão sempre na sua mão. Escopo e valor definidos caso a caso, após a Reunião de Diagnóstico. Ver as soluções.
Pedro Miranda é Mestre em Direito — com dissertação sobre resolução de disputas societárias — e passou vinte anos na advocacia para grandes empresas, escrevendo os contratos e acordos que seguram sociedades de verdade. Formação continuada em pós-graduação com módulos presenciais em Oxford e Coimbra; serviço no U.S. Army (engenharia de combate, dispensa honrosa) — a prova, na própria pele, dos valores que hoje leva para dentro das empresas.
Do outro lado da mesa, é empresário desde 2016 e conduz várias empresas no Brasil e nos EUA — entre elas um grupo de empresas de importação que ele mesmo reestruturou em três meses: realinhamento de sócios, corte de despesas, renegociação de contratos, nova governança, tecnologia e IA na operação. O método já foi aplicado e testado na prática, e é dessa mesa que sai o programa: os mecanismos que ele aplica nas próprias empresas, não a teoria de quem nunca respondeu por uma folha de pagamento.
“Eu não prometo o número. Eu entrego a estrutura que gera o resultado — sem estrutura, não existe resultado.”
O que esta conta não mostra é o outro lado dela: o contrato que segue sangrando sem renegociação, o preço que come a margem todo mês, a decisão travada entre sócios que custa um semestre. A estrutura não é a despesa dessa história — é o que estanca a despesa.
São 24 encontros ao vivo de 1h30, um por semana, durante seis meses, em turma de até quinze donos: uma exposição direta de Pedro sobre o mecanismo da semana e, na maior parte do tempo, hot seats — os casos da turma na mesa. Somam-se três sessões individuais com Pedro, onde a aplicação ao seu caso acontece em particular. A profundidade técnica mora nos cursos gravados, assistidos antes de cada encontro — é isso que faz o tempo ao vivo render aplicação, não teoria.
Antes de cada encontro, você assiste às aulas correspondentes dos cursos gravados — aulas curtas e diretas, desenhadas para a agenda de quem dirige uma empresa. É o combinado que sustenta o formato: quem chega ao encontro com o conceito visto usa a hora e meia para aplicar na própria empresa. Sem o pré-work, o encontro viraria aula — e aula você já tem gravada.
Não — e essa fronteira é dita em voz alta desde já. O programa ensina os mecanismos, entrega as ferramentas e direciona o seu caso nos hot seats e nas sessões individuais. Quem executa dentro da empresa, com equipe multidisciplinar, são as Soluções de advisory — sempre depois da Reunião de Diagnóstico. Muitos alunos fazem o programa e contratam a execução só dos blocos que não querem tocar por conta própria.
Comparado a quê? Contratados separadamente, os entregáveis do programa — reescrita de acordo de sócios, desenho de governança, plano de saneamento, plano de sucessão — custam mais que o programa inteiro. E o outro lado da conta é o custo de não estruturar: o contrato que ninguém renegociou, a margem comida pelo preço errado, a decisão travada entre sócios. A estrutura é a apólice; a desorganização cobra o sinistro. O valor é total, em até 12x — não é mensalidade que se arrasta.
Serve — a crise é um dos dois momentos que o programa atende, e a espinha é a mesma: quem manda, como se decide, o que se executa, o que permanece. A Reunião de Diagnóstico calibra a ênfase para o seu caso. A exceção é a guerra societária aberta, com sócios que já não se sentam à mesma mesa ou litígio em curso: esse caso pede uma solução de advisory, não a turma. A Reunião de Diagnóstico identifica isso antes de você gastar um real.
Por isso o primeiro passo não é pagar — é a Reunião de Diagnóstico e uma conversa. A triagem existe para os dois lados: você entende se o programa serve ao seu momento, e a mesa entende se o seu caso aproveita a turma. Se não for a sua porta, dizemos com honestidade e apontamos a certa — uma solução de advisory ou simplesmente ainda não. Quinze cadeiras certas valem mais que quinze vagas preenchidas.
A Fase 1 inteira é sobre a sociedade — e ela rende mais quando os sócios fazem o percurso juntos, cada um na própria vaga. Se a intenção é levar a empresa inteira, com todos os sócios e a equipe na mesma mesa, o desenho certo é uma solução de advisory, com a empresa inteira à mesa. A conversa depois da Reunião de Diagnóstico define o melhor arranjo para o seu caso.
Comece pela Reunião de Diagnóstico: uma leitura da sua empresa na hora, seguida de uma conversa para entender o seu momento — estruturar para crescer ou reorganizar para virar. No fim, você sabe se o A.G.I.R. é a sua porta. E nós sabemos se você é uma das quinze.
Agendar Reunião de Diagnóstico →Programa A.G.I.R. · Turma Fundadora — 1º de novembro · 15 vagas · R$ 54.997 totais, em até 12x.
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