Da viagem frustrada ao dano que exige reparação
Atuo em problemas com companhias aéreas, acidentes, seguros e outras falhas relevantes de serviço. O primeiro passo é entender quem assumiu cada obrigação, onde ocorreu a falha e quais perdas podem ser ligadas a ela.
- cancelamento ou atraso de voo, perda de conexão e falta de assistência;
- bagagem extraviada, danificada ou entregue com atraso;
- negativa de embarque, alteração unilateral e problemas em viagens;
- acidentes, lesões, incapacidade ou morte;
- negativa de cobertura, falhas de segurança e danos patrimoniais.
O que transforma indignação em um caso demonstrável
Bilhetes, protocolos, mensagens, fotografias, despesas, prontuários, perda de renda e testemunhas ajudam a reconstruir a dimensão do dano. A partir daí, é possível comparar uma negociação direta, uma medida urgente ou uma ação judicial — sem reduzir a decisão à pergunta sobre “quanto vale o dano moral”.
Perguntas que costumam surgir
Todo atraso ou falha gera indenização?
Não automaticamente. Motivo, duração, assistência prestada, consequências e provas precisam ser examinados no caso concreto.
É possível tentar um acordo antes da ação?
Sim. Dependendo da prova, da urgência e da resposta da outra parte, a negociação pode ser o primeiro caminho — ou apenas uma etapa antes do processo.
